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Segundo  as últimas estimativas publicadas pelo Instituto Nacional de Combate ao Câncer (INCA) no inicio de 2018, com exceção do câncer de pele não-melanoma, o câncer de mama é o tipo mais frequentes em mulheres representando cerca de 28% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.

Para o Brasil, estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada ano em 2018 e 2019, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres. Esse tipo de câncer também é o primeiro mais frequente nas mulheres das Regiões Sul (73,07/100 mil), Sudeste (69,50/100 mil), Centro-Oeste (51,96/100 mil) e Nordeste (40,36/100 mil). Na Região Norte, é o segundo tumor mais incidente (19,21/100 mil).

O QUE É CÂNCER DE MAMA?
É o desenvolvimento e crescimento anormal e desordenado das células da mama, gerando alterações nas mamas que podem ser representas por nódulos, microcalcificaçoes e outras alterações que serão vistas no exame fisico e/ou exames de imagem. Esse desenvolvimento pode ocorrer tanto em mulheres quanto homens, embora mais raramente.

EXISTEM SINTOMAS OU SINAIS PARA O CÂNCER DE MAMA?
A apresentação do câncer de mama pode variar de mulher para mulher. Muitas são assintomáticas, ou seja, não apresentam sintomas nenhum de que possam suspeitar da presença do câncer de mama e têm o diagnóstico descoberto pelos exames de rastreio (falaremos a diante). Já outras possuem sinais clássicos, que foram ilustrados pelo designer Corrine Beaumont, após ter perdido suas avós com a doença .


 

Dentre eles o surgimento de nódulo mamário único, a alteração na pele representa por vermelhidão, espessamento cutâneo ou descamação, edema na mama, retração do mamilo, saída de secreção pelo mamilo são as mais comuns dentre outras tantas alterações possíveis. Assim como as mulheres, os homens também apresentarão os mesmo sinais e sintomas das mulheres. Fiquem de olho!

Vale a pena ressaltar, como já dito anteriormente, que muitas pacientes não vão apresentar nenhum  sinal ou sintoma, por isso da importância da consulta com a mastologista para avaliar fatores de risco e indicações de exames de rastreio.

FATORES DE RISCO
As situações que aumentam a chance de uma mulher vir a apresentar câncer de mama são denominadas fatores de risco. São conhecidos inúmeros fatores de risco, dentre eles:


1. História familiar de câncer de mama (principalmente os familiares de primeiro grau);
2. Antecedente pessoal de hiperplasia ductal atípica ou neoplasia lobular in situ;
3. Suscetibilidade genética comprovada;
4. Nuliparidade;
5. Antecedente pessoal de hiperplasia sem atipia;
6. Menarca precoce;
7. Menopausa tardia;
8. Obesidade;
9. Sedentarismo;
10. Uso de contraceptivos orais , especialmente por tempo prolongado;
11. Uso de Terapia Hormonal após a menopausa, especialmente por tempo prolongado;
10. Ingestão de bebida alcoólica; entre outros inúmeros fatores.



Fontes:

American Cancer Society (abril/2018)

Instituto Nacional de Combate ao Câncer - INCA (abril/2018)




 

Lembre-se, nenhuma dessas informações

substituem a consulta com a mastologista.

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